Conversa

Vinhos orgânicos e biodinâmicos ganham espaço no mercado brasileiro

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Nuna e sobrenatural la pastina
NUNA E SOBRENATURAL: vinhos orgânicos produzidos com respeito à natureza

Recuperar e manter a harmonia do solo é uma dos objetivos do cultivo orgânico e biodinâmico, métodos que passam a ter evidência em algumas vinícolas do mundo para garantir produtos com uma máxima expressão do terroir. O resultado são bebidas autênticas, de personalidade e respeito à natureza. A vinícola argentina Chakana, fundada em 2002 na região de Mendoza, garante essa característica em seus rótulos. A LaPastina é uma de suas importadoras no Brasil com os vinhos Nuna e Sobrenatural. Os vinhos podem ser encontrados em supermercados e empórios premium pelo Brasil.

A linha Nuna (R$ 77,00 cada) é ideal para consumo diário em qualquer ocasião. O Malbec possui aroma de frutas pretas maduras e floral, sendo indicado para massas ao sugo ou carne vermelha. O Bonarda tem aromas de frutas vermelhas em compota, notas de mineralidade e nuances de especiarias, acompanha muito bem carne de porco ou pizza de calabresa. Para saladas e queijos frescos, o White Blend é uma combinação de uvas da Mendoza: Sauvignon Blanc, Chardonnay e Viognier com frescor e aroma de frutas tropicais.

A linha Sobrenatural têm como principal característica a produção sem adição de sulfitos (dióxido de enxofre) na composição. Os sulfitos são conservantes que evitam a oxidação do vinho e auxiliam em diversas etapas da vinificação, mas que, quando consumidos em excesso, podem prejudicar a saúde. O Bonarda (R$ 66,00) incorpora perfeitamente o conceito de vinho natural. Com aroma de frutas vermelhas frescas, notas de rosas e baunilha, harmoniza com pizzas e carnes vermelhas. Já o Tannat (R$ 99,00) é um vinho exclusivo, com apenas 3.000 garrafas produzidas nessa safra. Seu aroma é complexo, de frutas negras, com notas minerais marcantes.

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó ao achar a receita numa coleção de confeitaria que folheava escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby, mas criei o Conversa Gastronômica na faculdade. Sou jornalista potiguar, assessor de imprensa e comensal da boa mesa em Brasília, na capital do país.

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