Conversa

Piccolo celebra 10 anos com atuação no RN e PB

2 minutos de leitura•

A Piccolo, fundada em 2016 pela gastrônoma Gabriela Melo, completa dez anos de atuação com presença em cerca de 400 pontos de venda no Rio Grande do Norte e na Paraíba. A marca nasceu de um Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), desenvolvido durante um MBA em Gestão Empresarial na Fundação Getulio Vargas (FGV), em Natal, inicialmente com a proposta de abrir uma gelateria.

Atualmente, a fábrica instalada no bairro Alecrim, em Natal, tem capacidade de produção diária de até oito mil picolés e quatro mil potes de sorvete. Apesar da escala industrial, a Piccolo preserva processos artesanais, como a extração manual do leite de coco, a produção de crocante de amendoim e o preparo da pipoca caramelizada utilizada em um dos sabores mais curiosos do catálogo.

São cerca de 30 sabores, entre sorvetes e picolés, com destaque para ingredientes que valorizam a gastronomia nordestina. Rapadura com Coco e Chocolate Belga estão entre os mais vendidos, enquanto o Leitinho Trufado lidera a preferência entre os sorvetes de massa. O cardápio também apresenta criações como os picolés de Tapioca e Pipoca.

Aas receitas são desenvolvidas pela própria Gabriela, que acompanha os testes até chegar ao resultado desejado. “Não importa quantos testes sejam necessários. Eu só lanço um produto quando acredito que ele chegou ao resultado ideal”, afirma. Hoje a Piccolo abastece supermercados, hotéis, empórios, conveniências e outros estabelecimentos parceiros. A empresa também conquistou o Selo Potiguar do Sebrae/RN e, após consolidar sua atuação nos dois estados, prepara novos lançamentos e planos de expansão.

A proposta é seguir combinando ingredientes regionais, receitas autorais e processos artesanais para levar os sabores da marca potiguar a novos mercados.

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó ao achar a receita numa coleção de confeitaria que folheava escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby, mas criei o Conversa Gastronômica na faculdade. Sou jornalista potiguar, assessor de imprensa e comensal da boa mesa em Brasília, na capital do país.

Gostou deste conteúdo? Compartilhe com quem também vai gostar.

Posts relacionados