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Como passar o ‘café perfeito’ em casa

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Como passar o cafe perfeito em casa

Há quem diga que o café pode ser a segunda bebida mais apreciada no mundo, atrás apenas da água; há quem goste, também, dele mais curto, longo, quente e até gelado; outros apontam ele como tão ou mais complexo que o vinho, dada a variedade e qualidade excepcional dos grãos. O fato é que entre tantos apreciadores e métodos, o café, é sim, uma pluralidade no Brasil. E cada um tem seu jeito de preparar a bebida como mais gostar.

A Kafee, no Recife, é um das cafeterias que traduz essa experiência sensorial aos consumidores mais exigentes na capital pernambucana. Especializados em métodos coados, mais precisamente em Koar, os baristas sob comando de Lidiane Santos e Eudes Santana reproduzem a extração do café de forma profissional. E você pode reproduzir em casa:

1 – escalde seu filtro e descarte a água do recipiente;

2 – procure moer os grãos na hora;

3 – ponha o café no coador com o filtro ainda úmido;

4 – despeje a água quente – momentos antes da fervura – de forma contínua (150ml aproximadamente);

5 – acrescente um pouco mais de água para diminuir a concentração (cerca de 40ml);

6 – aprecie a bebida quente, morna e fria (dessa forma o café apresenta todas as notas).

 

 

Além do café, na Kafee você encontra combos e sobremesas para acompanhar o momento de degustação. A Torta Gilka, em camadas de biscoito e creme, forma uma combinação perfeita (lembra uma torta alemã, mas não é). Vale o deleite entre outras opções do balcão e ainda conversar com os baristas sobre dicas e harmonização do pedido. A loja também dispõe de ítens para preparar seu café em casa e oferta treinamentos e minicursos especializados.

Kafee Torrefação e Treinamento

Av. Conselheiro Aguiar, 2178. Boa Viagem

Rua Barão de Itamaracá, 338. Espinheiro

@kafee.tt

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó depois de achar a receita numa coleção de confeitaria que eu costumava folhear escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby e criei o Conversa Gastronômica ainda na faculdade. Sou jornalista formado pela Universidade Potiguar e levo a vida de “gastrônomo” blogueiro como profissão.

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