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Nhoque da Fortuna: Garibaldi sugere rótulos para harmonizar

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O nhoque é um clássico. Além do sabor, o prato carrega um ingrediente especial: a tradição de atrair prosperidade. Especialmente no Brasil, na Argentina e no Uruguai, o dia 29 é conhecido pelo Nhoque da Fortuna. A lenda conta que São Pantaleão, em peregrinação pela Itália, foi acolhido por uma família que compartilhou com ele sua pouca comida. Antes de ir embora, o santo abençoou a colheita e moedas de ouro surgiram sob os pratos. Para atrair essa sorte, a simpatia pede que se coloque uma nota ou moeda embaixo do prato e que os primeiros sete pedaços sejam comidos em pé, fazendo um pedido para cada um.

Para elevar ainda mais essa experiência, a escolha da bebida faz diferença. O sommelier André Luís Rech, da Cooperativa Vinícola Garibaldi, destaca como cada receita encontra seu par ideal na taça.

No clássico nhoque com molho de queijos, a gordura e a cremosidade do prato pedem a potência do Espumante Garibaldi Chardonnay. Elaborado pelo método Charmat, sua acidez e refrescância trazem o equilíbrio necessário para cortar a estrutura pesada do queijo. Já para o molho bolonhesa, o ideal é o Garibaldi Memórias Pinot Noir, um rosé 100% Pinot Noir que entrega a estrutura certa para encarar o tomate e a carne, limpando o paladar a cada garfada.

Se a opção for o molho pesto, a aposta foge do óbvio com o Garibaldi In Veritas Pálava. Esse vinho de perfil aromático intenso e leveza marcante emparelha com a complexidade do azeite e das ervas. Para pratos mais robustos, como o nhoque ao ragu de cordeiro, a pedida é o encorpado Garibaldi VG Ancellotta, cujas notas de frutas negras e o envelhecimento em madeira acompanham a potência da carne. Por fim, a delicada combinação de manteiga e sálvia pede a textura cremosa e a acidez do Espumante Garibaldi VG Extra Brut, que harmoniza com a untuosidade do prato sem pesar na boca.

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó ao achar a receita numa coleção de confeitaria que folheava escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby, mas criei o Conversa Gastronômica na faculdade. Sou jornalista potiguar, assessor de imprensa e comensal da boa mesa em Brasília, na capital do país.

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