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RedStone aposta em cinco versões de Negroni para conquistar o mercado nacional

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A marca brasiliense RedStone nasceu da paixão do empresário Raoni Karan pelo Negroni e da ideia de transformar encontros entre amigos em um negócio. Lançada em 2015, a empresa aposta no mercado de bebidas prontas para consumo (Ready to Drink), com cinco versões do clássico coquetel italiano e planos de ampliar sua presença no cenário nacional.

Embora tenha como inspiração um clássico italiano, a RedStone carrega referências de sua origem. O nome, a identidade visual e o vermelho predominante na marca remetem a três elementos: o próprio Negroni, o pôr do sol do Cerrado e a cor da terra da região. A proposta é unir a tradição de uma bebida reconhecida internacionalmente à personalidade e às referências culturais do Centro-Oeste.

Atualmente, a marca trabalha com cinco versões da bebida: Traditional Negroni, preparado com gin, bitter e vermouth vermelho; Boulevardier Negroni, que leva bourbon; Brazilian Negroni, que incorpora a cachaça à receita; White Negroni, com bitter e vermute brancos; e Coffee Negroni, que acrescenta café à composição.

O desenvolvimento das variedades envolveu testes e ajustes de ingredientes e proporções até alcançar o equilíbrio desejado para cada receita. A produção acontece na região da Fercal, em um alambique de Brasília, e mantém características artesanais. Paralelamente, a empresa trabalha na padronização dos processos para viabilizar uma futura expansão da capacidade produtiva.

Nos próximos cinco anos, a RedStone pretende ampliar sua presença no mercado nacional e fortalecer o reconhecimento da marca na categoria de bebidas prontas para consumo. A meta é associar seu nome diretamente ao Negroni, conquistando espaço entre consumidores e profissionais da coquetelaria, com receitas que valorizam a qualidade e a identidade brasileira.

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó ao achar a receita numa coleção de confeitaria que folheava escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby, mas criei o Conversa Gastronômica na faculdade. Sou jornalista potiguar, assessor de imprensa e comensal da boa mesa em Brasília, na capital do país.

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