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Árvore de Natal para decorar e comer

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O Natal é uma das épocas mais aguardadas do ano, principalmente para quem ama comida. É tempo de confraternizações, ceias fartas e decorar a casa de maneira especial também. Essa árvore “comestível” é uma opção para enfeitar ambientes e ainda saborear doces na noite de Natal de um jeito criativo.

Material: árvore de natal, papel celofane, fita de cetim e guloseimas
Material: árvore de natal, papel celofane, fita de cetim e guloseimas

Essa dica vale tanto para árvores pequenas, como essa de 45cm na foto, quanto para pinheiros maiores. O que importa aqui é utilizar sua criatividade e pendurar doces que não sejam tão pesados a ponto dos galhos não sustentarem. Essa versão foi feita com bolas de bombons e presentes de pão de mel e alfajor.

BOLAS DE BOMBONS

Feito os passos acima é hora de distribuir as bolas de maneira uniforme. Procure mesclar as cores e também utilizar decoração normal, pois assim quando você comer os bombons a árvore continua decorada.

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Voce também pode utilizar cookies no lugar dos bombons, o resultado fica muito bacana. O único cuidado que se deve ter é utilizar uma “decoração” leve e evitar alguma guloseima com caldas ou melada de açúcar.

PRESENTES DE ALFAJOR E PÃO DE MEL

Em seguida basta organizar os “presentes” no pé da árvore, alternando entre as cores para obter um melhor resultado. Você também pode substituir o papel celofane pelo papel crepom ou até mesmo misturar diferentes tipos de materiais. Assim como numa árvore tradicional, aqui os presentes também fazem a alegria do pessoal.

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O resultado final é muito bonito e surpreendente, as pessoas só percebem mesmo que trata-se de uma decoração comestível quando chegam mais perto. Além disso, o sabor garante fazer da sua festa da Natal uma experiência inesquecível.

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Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó ao achar a receita numa coleção de confeitaria que folheava escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby, mas criei o Conversa Gastronômica na faculdade. Sou jornalista potiguar, assessor de imprensa e comensal da boa mesa em Brasília, na capital do país.

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