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Cachaça brasileira é apreciada com flocos de ouro 23k

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Leandro Dias teve a ideia de criar uma cachaça com flocos de ouro em 2012, quando teve contato com bebidas alcoólicas produzidas com ouro puro no Canadá

A utilização do ouro na gastronomia data da época do apogeu do império egípcio. Na época pouco se sabia sobre, apenas acreditava-se que sua ingestão traria poder, longevidade e, até mesmo, vida eterna. Hoje, com o avanço tecnológico na área de pesquisas, a medicina atesta que a ingestão de ouro puro faz muito bem à saúde. De acordo com estudos, pode beneficiar o rejuvenescimento lento dos órgãos, especialmente do cérebro. Pensando nisso a Middas Cachaça apostou na inovação e atualmente é a única cachaça no mundo com ouro.

A ideia de criar uma cachaça com flocos de ouro surgiu em 2012, quando o empreendedor Leandro Dias estava no Canadá e conheceu as bebidas alcoólicas produzidas com ouro puro. “Fiquei um ano estudando tudo sobre o mercado de luxo para bebidas destiladas e resolvi utilizar uma bebida tipicamente brasileira que, até então, nuca havia recebido ouro em sua receita: a cachaça”, afirma Dias.

Em 2014, então, foi lançada a Middas Cachaça, produzida com uma cachaça de dois anos, armazenada em tonel de madeira de amendoim do campo; e uma outra armazenada em aço inoxidável, levando ouro com qualidade de pureza atestada pela União Europeia. O nome da bebida foi inspirado no rei mitológico que transformava em ouro tudo o que tocava.

A formula Middas resulta em um sabor de baixa acidez e intensa sensação olfativa. A proposta traz uma cachaça acompanhada de um frasco com ouro comestível de 23 quilates, importado da Alemanha e que possui certificado de qualidade da União Europeia. A mistura do ouro ao produto dá a ele o máximo da sofisticação e do requinte que uma bebida com padrões internacionais de excelência pode proporcionar aos mais exigentes paladares. Saiba mais em www.middascachaca.com.br

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó ao achar a receita numa coleção de confeitaria que folheava escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby, mas criei o Conversa Gastronômica na faculdade. Sou jornalista potiguar, assessor de imprensa e comensal da boa mesa em Brasília, na capital do país.

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