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Quem faz o melhor café?

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Modernas, robustas e revolucionárias. As máquinas de café mudaram a forma de consumir essa bebida no mundo, especialmente em nossa casa. Basta pegar a cápsula, colocar na cafeteira, apertar um botão e voilá: um espresso quentinho fica pronto em segundos. O Brasil é o país que lidera o consumo global de café, com taxa de 16% de acordo com a pesquisa divulgada pelo Euromonitor International no ano de 2018; parte disso se deve à popularização desses eletrodomésticos compactos, cada vez mais desejados pela população. Mas será que apesar de compactas, elas são funcionais?

Confira uma análise das principais marcas do mercado: TRÊS, Dolce Gosto e Nespresso. Buscamos comparar modelos de entrada, com equivalência e funções semelhantes. Além disso todas podem ser encontrada nas principais lojas de varejo, eletroeletrônicos e e-commerce do país. Veja:

TRÊS – LOV

A LOV é uma máquina multibebidas onde é possível extrair cafés espressos e filtrados, chás e bebidas quentes como capuccino e chocolatto. Com três modos de operação, ela faz bebidas quentes a uma pressão de 15 bar (50ml ou 80ml) ou 2 bar (100ml). Seu design é inspirado num grão de café e dispõe de um compartimento externo para armazenar cápsulas usadas. Um de seus diferenciais é a limpeza e manutenção do produto, com possibilidade de desmontar o cachimbo para lavar em água corrente e utilizar cápsula de retrolavagem entre preparos diferentes para limpar a válvula de extração.

Tempo de aquecimento50 segundos
Extração de um espresso (50ml)22 segundos
Desligamento/modo de espera30 minutos
Reservatório950ml
Preço no site do fabricanteR$399
Quem deseja uma experiência variada em casa, com preparações quentes que têm qualidade de cafeteria, a TRÊS é a pedida certa.

Dolce Gusto – Mini Me e Oblo

A Mini Me e a Oblo são modelos de entrada da Nescafé Dolce Gusto fabricadas pela Arno, sendo uma automática e outra manual. A versatilidade dessas máquinas é o ponto alto, uma vez que além de preparar cafés, chás, lattes e Nescau®, elas também conseguem extrair bebidas frias como o Nestea®, para consumir com gelo. Sua pressão de 15 bar permite fazer de forma automática bebidas de 35ml a 200ml, pré-configuradas no mostrador luminoso superior da cafeteira. Todas as máquinas ainda vêm com modo economia de energia para desligar o eletrodoméstico após 5 minutos sem uso.

Tempo de aquecimento32 segundos
Extração de um espresso (50ml)14 segundos
Desligamento/modo de espera5 minutos
Reservatório800ml
Preço no site do fabricanteR$299
Quem aprecia de tudo um pouco e vai compartilhar a experiência com diversas pessoas, opte pela versatilidade da Dolce Gusto.

Nespresso – Inissia

A Nespresso considera-se um clube de café e busca passar essa filosofia como estilo de vida para seus clientes. Um de seus modelos de entrada é a Inissia, disponível em tamanho ‘compacto’ e ‘mini’, ambas com extração de espresso (40ml) e lungo (110ml) e reservatório interno incluso. A cafeteira possui 19 bar de pressão e prepara exclusivamente café, com mais de 20 variações de notas de sabor e intensidade. Seu design compacto – bem como as cápsulas – pode sem encontrado à venda em cores divertidas apenas nas boutiques da grife, com poucas lojas no Brasil, lojas parceiras, no site da companhia ou app.

Tempo de aquecimento22 segundos
Extração de um espresso (50ml)15 segundos
Desligamento/modo de espera8 minutos
Reservatório700ml
Preço no site do fabricanteR$399
Se você é fã incondicional de café, com blends especiais e variações diversas de intensidade, a Nespresso é para você.

Todos os modelos dispõe de configuração manual para a dosagem personalizada das bebidas extraídas. Além de saboroso, o café consumido moderadamente tem, entre suas vantagens, o favorecimento das atividades cerebrais, do sistema digestivo e até do coração. Diante de tantas qualidades, como resistir a uma xícara de café quentinho?

*Escrito em parceria com a TRÊS e a Arno

Iago Cavalcanti
Quem escreve

Iago Cavalcanti

Despertei interesse pela gastronomia ainda criança. Aos 7 anos fiz brigadeiro na casa da minha avó depois de achar a receita numa coleção de confeitaria que eu costumava folhear escondido. Na adolescência cozinhar virou um hobby e criei o Conversa Gastronômica ainda na faculdade. Sou jornalista formado pela Universidade Potiguar e levo a vida de “gastrônomo” blogueiro como profissão.

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