Creme Funghi Porcini é opção prática e funcional

Um dos cogumelos mais utilizados na cozinha italiana, agora em um molho cremoso e prático

Alternativa saudável para vegetarianos, veganos e quem sofre de intolerância à lactose e glúten, o creme Funghi Porcini é sinônimo de praticidade na gastronomia funcional. A novidade lançada pela La Pastina, através da marca Nova Funghi, é voltada para os consumidores que gostam de preparar receitas rápidas e práticas.

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Arizona é hamburgueria norte-americana em Natal

O perfeito combo norte-americano: burger, molho extra, fritas e milkshake

Sanduíche com inspiração norte-americana somado a um ambiente descolado, colorido e temático. O Arizona Burger é uma hamburgueria cheia de estilo com opções para petiscar, comer, brindar e também adoçar o paladar. A casa fica localizada no bairro de Lagoa Nova, na capital potiguar, e funciona de terça a domingo servindo comidinhas e o carro-chefe da casa: hambúrguer!

Dadinho de Tapioca com Carne de Sol na Nata (R$14,90)

Para divertir a boca, o cardápio de Starts é uma boa pedida para começar. Pasteizinhos de carne e camarão, batatas especiais, costelinha e carne de sol acebolada com fritas, bem como camarão empanado são algumas das opções. O dadinho de tapioca ganha uma versão “dadão” com carne de sol e nata sobre os quadradinhos de queijo e massa de mandioca. O toque de pimenta biquinho deixa a preparação com um frescor e combinação de sabores que apetece.

Arizona (R$27,90)

Pão de amêndoas, dois hambúrgueres bovinos de 120g, molho tártaro defumado, cheddar, tomates cereja confitados, crispy de cebola e rúcula forma a combinação que leva o nome da casa; com direito a dose extra de molho artesanal de queijo parmesão. Apesar de irresistível e saboroso, peca-se pelo ponto da carne, um tanto seca demais e pouco suculenta. #Ficaadica para o chapeiro controlar melhor o tempo de cocção da proteína ;).

The Biker (R$19,90)

Os WildShakes formam o perfeito combo norte-americano para acompanhar o burger. Ovomaltine, Red Fruits e The Biker são as combinações. A última opção, alcoólica, tem sorvete de chocolate, whisky Jack Daniel’s, tiras de bacon, licor de café, cereja e cobertura de chantilly. Apesar de inusitada, a mistura de ingredientes harmoniza-se e o resultado é equilibrado. O sabor lembra um batida de chocolate.

Vegetariano (R$15,90) e Batatas Rústicas (R$12,90)

Quem é vegetariano ou healthy food não é deportado do Arizona, o cardápio também contempla opções leves. O Phoenix combina frango, ricota, salada e molho pesto; já o Vegetariano tem pão integral, cogumelos frescos salteados em manteiga, alface, tomate e cebolinha. A batata rústica ao forno, com molho de tomate seco artesanal, pode ser a pedida no lugar das fritas tradicionais.

Tartelette 70% Cacau (R$12,90)

As sobremesas não são o forte da casa, mas foi algo que surpreendeu. A torta de chocolate, no cardápio como Tartelette 70% Cacau, é uma sobremesa chocolatuda e extremamente cremosa. Apesar de servida gelada, o chocolate não endurece e chega numa textura incrível à mesa. Outro ponto forte é a quantidade, perfeita para dividir, apesar do sabor não enjoar nas primeiras garfadas.

Arizona Burger

Av. Nascimento de Castro, 2013. Lagoa Nova. Natal-RN

Funcionamento: terça-feira a quinta-feira, das 18h às 23h; sexta-feira a domingo das 18h às 23h30.

Pagamento: à vista, crédito e débito.

Contato: (84) 2010-8548

 

*Escrito em parceria com o Arizona Burger

Big Mac completa 50 anos

Sinônimo de McDonald’s, o sanduíche mais vendido no planeta é uma referência para economistas, artistas e marketing de causa

Poucas empresas no mundo podem se orgulhar de ter entre os ítens mais vendidos no mundo um ícone com meio século de existência. O MC Donald’s é uma delas! No mês de agosto a rede celebra globalmente os 50 anos do Big Mac, sanduíche que virou o símbolo da marca. O lanche é preparado da mesma maneira em mais de 120 países. No Brasil o público aprecia a receita original americana, porém, com ingredientes 100% nacionais.

Criado pelo franqueado Jim Delligatti para atrair o público adulto para o seu restaurante em Pittisburg (Pensilvânia), o burger foi sucesso absoluto desde que entrou para o cardápio. Contudo, nem os mais otimistas poderiam imaginar que anos depois, mais de 1,5 bilhão de sanduíches seriam vendidos diariamente no mundo. Os brasileiros consomem cerca de 1 milhão de unidades por dia.

Combinação de ingredientes mais famosa do mundo soma 502 calorias, menos do que um prato feito de arroz, feijão e picadinho de carne

A receita de Deligatti sofreu apenas uma alteração ao ser incorporada ao cardápio fixo da rede, com a mudança do molho especial para o que se conhece hoje, feita para facilitar sua produção em larga escala. Os demais ingredientes, conhecidos “de cor e salteado”, permanecem intocados até hoje: dois hambúrgueres, alface, queijo, cebola, picles e pão com gergelim.

A combinação de sucesso, além de gerar o sabor clássico, resulta também em uma combinação nutricionalmente balanceada. A proteína da carne bovina, com o carboidrato do pão e as fibras da salada, além dos demais ingredientes, somam 502 calorias. O resultado soma menos que uma porção de sashimis (12 unidades têm, em média, 510k) ou um prato de arroz, feijão e picadinho de carne (686k).

McDia Feliz tem parte da venda do Big Mac revertido para causas sociais

Hoje em dia o Big Mac é o pilar de uma das maiores mobilizações solidárias do país, o McDia Feliz – que completa três décadas em 2018. A ação já pôde gerar mais de R$ 200 milhões, investidos em projetos de prevenção e combate ao câncer infanto-juvenil em todo o país. No Rio Grande do Norte os recursos são revertidos à Casa Durval Paiva e a próxima edição acontece no dia 25 de agosto.

Nesses 50 anos o sanduíche aplica mudanças em hábitos alimentares, serve de referência para artistas plásticos, estilistas e chega a inspirar teorias econômicas. Em 1986, a revista inglesa The Economist chegou a criar o Índice Big Mac, com base na teoria da “paridade do poder de compra”; para tangibilizá-la escolheram o burger presente no mundo inteiro. Desde então, o indicador – que tem por referência os preços do Big Mac em diferentes moedas – tem sido utilizado na análise de políticas cambiais.